A vida que se há
A fuga de viver a vida
Como se tem na vida que se há
Na forma que impõe
E molda seus tropeços
Sem tempo de questões
Na confiança que as repostas
Brotam sutilmente
Controlar a velocidade
Sem voracidade e
Observar as plantas
Provocando e crescendo
Aos olhos da idade
No canto do canto
Da dor que lembro que sinto
Pouco ou muito dentro
Do caos da minha cidade
