Post indo bem

A obscuridade do silêncio

Quantificar perdas dentro de uma cortina de fumaça

Observar a paisagem dentro de uma bolha escura

Perceber que o passo da viagem tem haver com o tempo e não com o ritmo que se faça

Que a majestade predestinada pode carregar carroças

Sem saber quem ele é, se vai ou se fica

A vaidade que por um milésimo de segundo orgulha e por uma hora conversa com a fé

Fechar os olhos para enxergar

Gritar no silêncio prestigiando o eco no ar

Os pensamentos quietos do obscuro podem tomar sol na claridade da alma

Sem medo de se queimar em manter a calma

Contemplando a claridade do silêncio.

A inflexão

O momento chegou e não tem como retroceder

O caminho até qui foi longo passando por grandes vales de espinhos

Agora cheguei no ponto de inflexão

Sabendo que existiram vários caminhos que traria para o mesmo lugar

Mais isso é só para constar, apenas assim

Voltado para a inflexão, é aqui, que a partir deste momento

Irei me enveredar para o caminho que o meu coração escolheu

Seguindo os passos de quem apenas eu sou

Um feito de luz mais rápido que um relâmpago invadindo o céu 

Hora de ser e agir, não agir e não ser.

Na risca do risco

A vida já se arrisca em sua própria natureza

No risco da sua linha o previsto e imprevisto estão a mercê

Podes tu queres arriscar a vida da vida por puro capricho?

Cuidar da vida é o mínimo e máximo, deixe cada um executar o seu papel

Você o seu, já a vida, a executa sem titubear no fluxo longínquo sem o espaço do tempo

Viva a vida sem consumi-la

Você parte, mas a vida sempre renasce e permanece

A fúria do sol do como, que não significa comer

Como saber, se ser, é ego ou alma?
Que, o quê os seus neurônios captaram e indicaram como emoções ou sentimentos são
Penso que o sentimento filtra as emoções 
Um sentimento mal recebido ou interpretado pode resultar em uma emoção descontrolada

Como sentir vergonha da vergonha e despejar a fúria ao redor
A fim de demonstrar que tem medo, vergonha ou fraqueza
Não querer reclamar o óbvio

Pensando que não preciso de mais ninguém além da minha vaidade
E como insisto ainda, esse escolha nunca me levou a caminhos fácies
Tudo bem, vou confessar.

O sucesso gera festa na “egolândia”
Na falha o ego te acolhe para colocar areia nas entranhas

Que desperdício de tempo e energia, era só aceitar a inerente dependência de alguém
Entender e ser grato por contatar outros irmãos

O homem e suas amarras, termo claro e objetivo
E quanta corda emaranhada em vários nós cegos
Paciência e respiração para voltar a ver

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